APOCALIPSE – VII – REVELATION

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Febrero 15, 2014 by Bortolato

Cometa

A CIDADE SANTA

 

 

SÉTIMO CENÁRIO:

 

Local: na Terra

A Nova Jerusalém

Período:  Do final do Milênio para sempre.

Capítulos 21 e 22 de Apocalipse

 

 

“Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra já passaram, e o mar já não existe”.

Apoc. 21:1

 

 

 

INTRODUÇÃO:

 

                        Vamos colocar aqui algumas informações importantes, que nos levam do período do Milênio para aquele que se seguirá logo após.  Vejamos:

 

a) Muito embora haja registro de que a Terra sofrerá sérios cataclismos no tempo do fim, isso não significa que ela será totalmente consumida pelo fogo.   As obras do mal, sim, estas serão totalmente aniquiladas.    Notar ainda que esta aniquilação será somente das obras do mal, e não do mal como uma possibilidade de opção.    A opção pelo mal sempre existiu, mesmo antes da queda de Satanás.

 

b) O propósito do Senhor em seu plano de Redenção é o de redimir a Terra.  Ora, para  que se redimir e purificar  o que seria destruído?   Mas a Terra sofrerá vários problemas exatamente para que ela seja salva.

 

E então virá o fim, quando Ele entregar ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.   Porque convém que Ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos seus pés.    O último inimigo a ser destruído é a morte.”  (I Coríntios 15:24-26)

 

c) Não entendemos que Ele entregará o reino de sobre a Terra, estando esta totalmente, estruturalmente destruída.    Isto seria um atestado de fracasso.   Pelo contrário, não haverá, no fim do milênio, apenas um montão de cinzas e muitas pragas.   Toda erva verde e 1/3 das árvores já teriam sido destruídas antes de 2a. Grande Vinda do Messias.    A tarefa de Cristo e dos seus santos que estiverem com Ele será a de restauração.   Rebilitação.   Reforma e reconstrução.

 

d) O fogo virá, sim, no derramar das 7 últimas pragas, antes da sua 2a. Vinda.    Toda erva verde e 1/3 das árvores serão consumidos, mas depois virá um tempo de paz e de uma nova vida.

 

e) A obra de redenção estará completa depois que os mil anos encerrarem o ciclo das suas 7 dispensações de sobre a Terra:

 

  1. A Dispensação da Inocência (do Éden)
  2. A Dispensação  da Consciência (que tratou da de Adão até Noé).
  3. A Dispensação do Governo Humano (pós-diluviana até Abraão).
  4. A Dispensação  Patriarcal, dada  inicialmente a Abraão.
  5. A Dispensação dada pela Lei a Moisés.
  6. A Dispensação da Graça, dada à Igreja.  A pregação do Evangelho do Reino (na Gde. Tribulação) se inclui neste período como um período de juízos, mas dentro da Era da Graça.
  7. A Dispensação do Milênio.
  8. A Vida Eterna….

     

f) Se examinarmos o texto de Isaías 65:17-22, veremos que a Terra, durante o milênio, não gozará de absoluta perfeição em tudo, mas ela estará vivendo dias de franco aperfeiçoamento.  (porque morrer aos 100 anos é morrer ainda jovem, e quem pecar, só aos 100 anos será amaldiçoado).   Isto significa que o pecado e a morte ainda reinarão até o final dos 1000 anos do reinado de Cristo.

 

g) O julgamento das nações não se desenrolará em uma fração de minutos, mas será longo.   Certamente que durará anos, e é possível que seja dado aos poucos, no decorrer do Reino Milenial.

 

h) O reinado de Cristo não será de apenas 1000 anos: 1000 anos serão contados desde a pena de prisão de Satanás.    Depois disso, não haverá o chamado “fim do mundo”.   A Bíblia nos fala, sim, de “fim do século”, mas não nos diz que o mundo será totalmente aniquilado, um dia.   Estes são alguns dos textos que nos permitem pensar assim:

Daniel 7:14 – “seu reino jamais será destruído.”

Daniel 7:18 – “os santos do Altíssimo… o possuirão para todo o sempre”…

Isaísas  45:17 – a salvação de Israel será eterna.

II Sam. 7:13,16 – (promessa a Davi): “estabelecerei para sempre o seu trono”…

Lucas 1:32,33 – “Ele (Jesus) reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu minado não terá fim.”

 

 

 

 

NOVO CÉU E NOVA TERRA:

 

 

                        O Reino de Cristo, após os mil anos de governo, não resultará num fracasso ao ponto de Deus ter que destruir através do fogo, rigorosamente, cada átomo deste planeta.   Pelo contrário, o justo governo do Messias vingará ao ponto de levar a Terra ao nível de santidade e fé que o Senhor sempre esperou encontrar nos corações das pessoas.

                        Pensando talvez na revelação que Pedro escreveu em II Pe. 3:10, que nos mostra a terra ardendo em fogo e sendo destruída, acham alguns que haverá outra destruição desta no final do Milênio.   Ora, os flagelos, o fogo, os terremotos e a saraiva profetizados já se terão cumprido durante a Grande Tribulação.

 

                        Convém relembrar que o processo da Redenção terá chegado ao seu final, em um processo inverso ao que vimos na G.T., durante o período milenial.      O diabo estará preso, e com este fator corruptor anulado, haverá condições, então, de um processo de reconstrução daquilo que tinha sido destruído.  O propósito de Deus ainda será o de construir na terra o Seu Reino, e não o de destruir.

                        O que João viu, na verdade, foi a Terra e o céu restaurados após o ciclo destruidor da Grande Tribulação, e o ciclo reconstrutivo  dos mil anos.

                        A linguagem bíblica sobre novidade geralmente é empregada para denotar que houve uma transformação.   Assim, é com o homem (II Cor. 5:17).      Somos transformados e passamos a ser novas criaturas – coisas velhas já passaram, ficaram para trás.   Não fomos destruídos, mas passamos por um processo que nos trouxe o que podemos chamar de “novidade de vida” – a nossa cura espiritual  e da alma.

 

O MAR JÁ NÃO EXISTE:

 

                        O vocábulo usado por João para designar o termo “mar” significa qualquer ajuntamento ou massa de água, em grande ou pequena quantidade.   Quando ele diz que o “mar já não existe”, isto quer dizer que novas e extensas áreas de Terra seca surgiram, coalhando as águas, tal como se pode observar uma porção de leite coalhado.

                        Isto, pois, não quer dizer ausência de água, mas sim, que após os  cataclismos da Grande Tribulação, terá havido uma mudança radical no clima, temperatura, nuvens, chuvas e inundações de rios.

                        Assim como Cracatoa e Atlântida seriam locais que foram submersos pela água, em um processo contrário terá acontecido que não apenas ilhas reaparecerão, mas bem mais amplamente do que isto, continentes aparecerão à tona.

                        Montanhas elevadas se achatarão (“Todo vale será exaltado e todo o outeiro será humilhado”- Isaías 40:4), de forma a mudar também o relevo da Terra.   O monte Everest se achatará, a cordilheira dos Andes também, e a cadeia das Montanhas Rochosas não serão exceção.

                        Novos Grandes rios com suas bacias hidrográficas vão surgir, para irrigar a terra seca.    Os grandes Oceanos diminuirão sua extensão, de modo que restarão apenas pequenos mares, de dimensões como as do Mar Cáspio, do Mar Negro, ou quando muito da dimensão do Mediterrâneo, os quais certamente se comunicarão uns com os outros através de braços de mar, e canais de água.

                        Os gêiseres serão novamente abundantes, fazendo cair o vapor que irrigará a porção seca, como no Gênesis (cap. 2).   A Terra voltará, então, a ter aquele vapor ascendente, muito embora as chuvas ainda continuem durante o período do milênio.   As chuvas do Milênio serão controladas pela palavra de Cristo.   As nações que não subirem a Jerusalém a cada ano, sofrerão pela falta dessas coisas em seu território.

As coisas tomarão o rumo de voltar a ser como eram no princípio.

                        No princípio, conforme Gênesis 1:6,7, havia águas por cima e abaixo da linha do firmamento.   As águas que existiam acima não existiam na Terra e as condições climáticas eram também diferentes.   Não chovia, no princípio.   

                        Por ocasião do grande Dilúvio, foram “abertas as fontes das águas do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram” (Gn.7:11).    Cremos que isto nos indica que as águas que ficavam abaixo da linha do horizonte, antes disso, eram retidas no “grande abismo”, e depois do Dilúvio é que passou a existir grandes oceanos, e calotas polares na Terra.   Por outro lado, as “águas por cima do firmamento” também estavam na atmosfera, e não abaixo da linha do horizonte – e estas deverão voltar para lá, como era antes.   Possivelmente, havia muitas águas por baixo da porção seca de nosso planeta, para que houvesse um vapor que regasse a Terra, subindo de sob esta para cima.

                        Deus estará recuperando a forma original com que criara a Terra.

                        Como teria sido no princípio?  Ninguém poderá saber com muitos detalhes, a menos que Deus o revele, mas ficam aqui estes que pudemos concluir que acontecerão.

 

 

UM NOVO CÉU:

 

                        Certamente, com novas estrelas, cometas e planetas, alterando a astronomia do cenário celeste físico.

                        A maior novidade no céu, porém, será a descida da Nova Jerusalém, que, com o seu brilho, ofuscará a visão dos astros da abóbada celeste.    O seu brilho será intenso, exteriormente da cor do jaspe luzente, muito lindo, diferentemente de todas as demais cidades do mundo.    A Bíblia diz que esta parecerá uma noiva adornada para a celebração do casamento com seu marido (Apocalipse 21:2), tal a sua formosura e graça.

 

 

A NOVA TERRA:

 

                        João não falou que seria um outro planeta, ou uma outra Terra, em uma outra Criação, mas sim, que a Terra estará diferente – renovadas as suas características como era ela quando de sua criação.

 

                        Pouco se fala sobre o período pós-milenial, mas Is. 60 (mormente versos 17 a 22)  nos mostra, em parte, como isto será.

 

 

FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS:

 

  • Nossos corpos serão não mais de matéria comum, perecível, mas sim, espírito vivificante. I Cor. 15: 44, 45.
  • Os justos resplandecerão como o sol no Reino … (Mat. 13:43)
  • A Terra e os oceanos estarão distribuindo melhor a quantidade de água visível.
  • A Nova Jerusalém descerá do céu para a Terra, como fora uma noiva adornada.

 

 

 

A NOIVA, A ESPOSA E O CORDEIRO:

 

                  Uma cidade é bem aventurada se os seus cidadãos moradores dela  também o forem.

                  Nesta cidade morarão os santos de Deus que tiveram sido ressurretos ou transformados.  Não será uma cidade comum.   Não será para pecadores não resgatados.   A noiva é o corpo de salvos redimidos por Jesus Cristo.

                  Somente após o milênio é que esta descerá para a  Terra.

                  A que altura ficará esta cidade, e onde exatamente ela se posicionará?   Não se sabe, mas cremos que ficará a uma altura de onde se percebe bem claro a sua luz.   O fato do anjo (aquele que tinha nas mãos uma das taças dos últimos flagelos de Deus a serem derramados sobre a Terra) levar João a um alto monte para que este pudesse visualizar melhor, ao longe, esta magnífica cidade, cremos ser um indicador de que ela não será vista senão como uma grande luz, quando vista perpendicularmente por baixo, numa visão vertical do ponto de vista do chão da Jerusalém terrestre.

                  Esta será a cidade dos vencedores  por Cristo (Rom. 8:33-ss).

 

A NOVA JERUSALÉM (21:9-ss.):

 

 

                  Ela possuirá um brilho muito forte, de luzes cheias de cores.

  1. Seus muros serão de jaspe, claro com o cristal.   Convém tentarmos descrever como é o jaspe que hoje conhecemos geologicamente.   Trata-se de uma certa variedade semicristalina do quartzo, a qual pode ser de diversas cores, sendo a mais comum a vermelha.

     

Observação: o quartzo é um mineral trigonal, óxido de silício, que se apresenta em numerosas variedades.   Também é chamado de Cristal de Rocha, quando duro e transparente. 

 

 

  1. Os seus Fundamentos:  possuirá 12 pedras fundamentais, as quais passaremos a descrever tal como estas pedras se nos apresentam na Natureza:

    B1) O primeiro fundamento é o de Jaspe, já apresentado acima.

    B2) Safira: variedade do azul de coríndon (mineral trigonal, sexquióxido de alumínio).

      B3) Calcedônia: variedade de sílica micro-cristalina (cor gelo) transparente ou translúcida.

      B4) Esmeralda:  variedade do berilo transparente, verde.

      B5) Sardônica: variedade de calcedônia de cor alaranjado-escuro ou vermelho-pardacento.

      B6) Sárdio:   variedade castanho de calcedônia.

      B7) Crisólito: pedra preciosa da cor do ouro.

      B8) Berilo:   pedra semipreciosa hexagonal – silicato de alumínio e glucínio.

      B9) Topázio: (fluossilicato fluorífero de alumínio) pedra da espécie do quartzo, amarelado.

      B10) Crisópraso: variedade da calcedônia verde-claro.

      B11) Jacinto: planta da família das liliáceas, universalmente afamada  pela beleza das flores, as quais podem ter a coloração azul, branca ou rósea, muito perfumada.

      B12) Ametista:  variedade roxa do quartzo.

 

                       As muralhas repousarão alicerçadas sobre essas 12 grandes pedras, nas quais estarão escritos os nomes dos 12 apóstolos, o que revela a presença dos santos do Novo Testamento, a Nova Aliança, com o sangue de Cristo.

 

 

  1. AS RUAS DA CIDADE: de ouro transparente.

     

     

  2. AS MEDIDAS DA CIDADE:

     

        Terá uma planta em forma de quadrado, com muros da mesma altura do comprimento e da largura, de forma que será como um cubo. (Ap. 21:16-17).

Suas medidas são descritas como 12.000 estádios:  12.000 X 12.000 X12.000 estádios nas dimensões de comprimento, largura e altura.

Em medidas mais comumente usadas, 12.000 estádios se traduzem por cerca de 1.400 milhas, ou c. 2.220 Quilômetros.   Para maior clareza, colocamos 1 estádio = c. 185 metros.

 

                  Seus muros medirão 144 côvados (cada côvado mede aproximadamente 45 cm), o que resulta em c. 65 metros de espessura.

 

AS PORTAS:

 

                  Suas 12 portas serão dispostas em grupos de 3 em 3 de cada lado da cidade.  Serão de pérolas inteiriças.   Estas portas nunca se fecham, porque nesta cidade não haverá noite, mas somente a luz de um dia infindo.   Por que o Senhor teria escolhido a pérola para servir de portas da cidade?    Pensando bem, as pérolas são fruto de ferimentos no interior das ostras, um tipo de resposta à ofensa provocada naquele organismo vivo – e assim se relembra que, para que possamos acessar aquelas portas adentro, foi preciso que o Senhor Jesus fosse ferido, humilhado e morto, para que, em resposta, tal como uma ostra produz pérolas, Ele produzisse para nós salvação, cura, vestes de alegria em vez de cinzas de tristeza, vida eterna em vez de morte, Nova Jerusalém em vez de um lago de fogo.

                  Muito embora os judeus tenham rejeitado ao Senhor Jesus como o seu Messias, na cidade santa haverá 12 portas de pérolas, cada qual com o nome de uma das doze tribos de Israel, numa mostra de perdão e de amor elas estarão abertas como que dizendo “bem-vindos, benditos do meu Pai”.   Isto nos mostra também a presença dos santos do Antigo Testamento na Cidade Eterna.

 

 

AS LUZES DA CIDADE:

 

                  Esta cidade não terá lâmpadas, porque a própria presença de Deus e de Cristo será a fonte de luz ali.   Mesmo o Sol terá sua luz ofuscada pela presença da luz do rosto do Noivo, o nosso Sol da Justiça

 

 

 

 

 

O TEMPLO DA CIDADE:

 

                  Não haverá templo ali, pois que a presença de Deus estará enchendo-a plenamente.    Todos de lá O verão, e com Ele falarão, face a face.   Com a Sua doce companhia, comerão juntos do fruto da videira e celebrarão a Páscoa (Lucas 22:16-18).       Não haverá Lugar do Santuário e nem véu de separação, porque não haverá separação e nada que esconda o brilho da face do Senhor.    A simples permanência nesta cidade já será em espírito de adoração, uma doce reverência, um culto sem rituais, mas dedicado do profundo do coração dos adoradores que ali estiverem, ao Rei dos Reis que reina para sempre, ao Senhor dos Senhores, ao único Deus Verdadeiro.

 

 

 

 

OS CIDADÃOS DO REINO DO CÉU:

 

                  Estes são aqueles que venceram pelo sangue do Cordeiro, e pelo poder de Sua palavra.   Os salvos, vencedores por Cristo.   Os ressurretos, e os arrebatados pelo poder de Cristo, que receberam seus corpos já glorificados, com vestes brancas e brilhantes, com coroas em suas cabeças.   Como já temos visto, serão santos do Antigo e do Novo Testamento, juntos, formando um só povo unido para prestar as merecidas homenagens Àquele que os remiu, permitindo que um dia pudessem ali estar, na Sua Presença e na Presença de Deus.

                  Estes cidadãos do Reino do Céu terão o nome de Cristo estampado em suas frontes.   Isto faz diferença entre estes e os demais habitantes da Terra.   Se estes ali ficassem o tempo todo, não se perceberia este detalhe, mas o mundo todo verá e reconhecerá quem são eles.

                 

Os que não venceram estão descritos em Apocalipse 21:7-8 e 22:15. São os covardes, os incrédulos, os abomináveis, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira.  Estes sofrerão o mais duro juízo, e serão destinados ao lago de fogo e enxofre.

                 

 

 

O RIO DA ÁGUA DA VIDA:

 

 

                  É um rio que corre por dentro desta Cidade.    Ele sai do Trono de Deus e do Cordeiro (22:1).   Suas águas são brilhantes e transparentes como cristal.     Às suas margens, de um lado e de outro, veremos a árvore da vida.    Essas árvores lá estarão, dos dois lados do rio da vida, como que adornando a avenida por onde passa esse maravilhoso rio, trazendo um toque de vida, saúde e alegria para todos.

     Esta árvore já esteve plantada na Terra (cf. Gn. 1:22), mas agora não mais o será.    Estará ali, somente dentro dos muros da Santa Cidade.  Suas folhas produzirão cura para todas as nações, mas somente os santos poderão busca-las e com elas abençoar o mundo.    Isto é mais uma evidência de que esta será uma cidade de sacerdotes do Altíssimo.   Eles estarão subindo para adorar, e descendo em seu retorno, trazendo bênçãos de Deus a todos os moradores dessa Nova Terra.

      As nações andarão mediante a sua luz, e viverão somente enquanto e se puderem obter das folhas da árvore da vida.   Em gratidão, as nações trarão a sua glória e honra a esta cidade.

 

 

NÃO ADORE ANJOS:

 

                  João se sentiu tão pasmado, maravilhado, absorto e envolvido com tudo aquilo que ele viu, que prostrou-se diante daquele anjo que estava lhe revelando ao seu espírito.     Aquele anjo, que foi um daqueles que trouxe uma das 7 taças dos últimos flagelos de Deus sobre a Terra durante o reinado do Anticristo, certamente que seria um poderoso ser, dotado de grandes poderes e que gozava de altos privilégios na presença de Deus.    Quem muito se aproxima e vive próximo do Senhor acaba por absorver parte de sua glória, sim, mas aquele anjo não aceitou adoração.   Somente ao único Deus e ao seu Cristo deve ser dada a adoração.    Os anjos que realmente são santos e estão debaixo da bênção do Senhor não aceitam adoração, pois sabem que são seres criados, como também nós, humanos, somos. (Ap.22:8-9).

     

 

IMORTANTE:

 

                  Não fique de fora desta bênção.   V. não nasceu para a perdição.    Talvez estejamos hoje vivendo situações difíceis, que nos levam para bem longe da conscientização dos problemas escatológicos que estão apontados na Bíblia, fazendo-nos esquecer que Deus tem riquíssimas promessas para os que forem fiéis.  

                  Lembremo-nos das promessas feitas às 7 igrejas da Ásia Menor, que são extensivas a nós.   “Ao que vencer dar-lhe-ei: ….do maná escondido; …. pedra branca; …..  comer da árvore da vida; ….  a estrela da manhã; ….. e de modo nenhum sofrerá o dano da segunda morte”.

                  Convém sermos muito sinceros:   estaria nos faltando algo para pertencermos a este grupo de vencedores?    Haveria algo que nos atrapalha para isto?    Olhemos para Jesus,  o grande motivo da nossa confiança: estaríamos nós prontos agora mesmo?   Não?   Ainda é tempo de convertermos os corações totalmente a Ele.    Não percamos mais tempo.

                  A razão por que Jesus ordenou que o livro de Apocalipse fosse lido por todas as igrejas é que o tempo urge,  e muitos ainda andam como que desavisados.     É urgente colocarmos nossas vidas na presença de Deus para que Ele possa endireitar todos os nossos caminhos, e só assim alcançaremos a bem-aventurança da eterna felicidade.

                  Jesus nos espera, vamos já!

                  É Ele quem nos diz que “vem sem demora” e “Comigo está o galardão”.    Não podemos acumular uma recompensa às pressas, como que debaixo de pressão.    Este galardão está sendo formado no nosso dia-a-dia, e porisso não poderemos receber o aviso de que “Ele veio” e somente então nos preocuparmos em adquirir a Sua recompensa.   O Seu galardão é dado a cada um, conforme acumulamos riquezas – aos poucos.    Não funcionará forjar-se uma recompensa “na última hora”.    Temos que já estarmos preparados.

                  “Bem-aventurados aqueles que lavam suas vestiduras” (no sangue do Cordeiro).   A expressão “no sangue do Cordeiro” foi adicionado pela Vulgata.   Nada mais certo que o poder purificador do sangue de Cristo ter esta propriedade – a de lavar-nos de todo o pecado, de toda a injustiça.   Serão estes que poderão ingressar pelas portas daquela Cidade, e ministrar ao mundo de todos os benefícios que trazem as folhas da árvore da vida.

                  Jesus então diz: – “Vem!”   É o convite especial para quem queira beber da água do rio da vida.   “Beba de graça!” é para quem realmente quiser!    Hoje ainda poderá alguém desejar ter dessa água para beber – todos quantos o Senhor quiser chamar, já estão convidados.    Somente não devemos nos esquecer que, para a grande festa das Bodas do Cordeiro, não devemos comparecer com vestes inadequadas, mas com vestes festivas.

                  Jesus enviou seu anjo para testificar estas coisas para a sua Igreja.     Em João 14:2, Jesus deixou a palavra que dizia: – “Vou preparar-vos lugar”.     Ele já  tem preparado, e o nosso lugar é ali, dentro dos muros da Nova Jerusalém.

 

 

ADVERTÊNCIAS:

 

                  Jesus está, mais uma vez, estendendo sua mão com ternura, pois que Ele deseja que todos sejam salvos.   Devemos lembrar-nos, porém, que nem todos o serão.    Nem todos estão prontos para ouvir a Palavra de Deus, tencionando fugir da ira vindoura.

                  As palavras deste livro de Apocalipse são tão importantes que Ele mesmo, o Senhor, adverte que:

  1. se alguém subtrair alguma coisa dessas profecias, as que foram escritas pelo Apóstolo João no livro de Apocalipse, será tirada a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste Livro”. (Ap. 22:18-19).
  2. E se alguém adicionar alguma coisa a este Livro, Deus acrescentará os flagelos escritos neste livro (Apocalipse).

Isto significa: não devemos brincar com as coisas de Deus, pois que elas são muito sérias, não são para brincadeiras.  Reverência para com a Sua Palavra só nos trará benefícios

Os incrédulos, os abomináveis, os impuros, os assassinos, os idólatras, e todo aquele que ama ou pratica a mentira, estes ficarão do lado de fora.

 

 

MAIS UMA PROMESSA:

 

                  “Certamente cedo venho sem demora

 

 

                  Amém!   Ora, vem, Senhor Jesus! (Ap. 22:20).


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