II SAMUEL – III – PROJETOS DE DEUS E DE ABNER

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abril 25, 2016 by Bortolato

espadas cruzadas

Os homens podem fazer muitos planos, mas a última palavra é a que procede da boca de Deus.   As mentes dos homens podem trabalhar muito e preparar muitos raciocínios, mas tudo isso será inútil, se não for aprovado pelo Senhor.

A bem da verdade é de se pensar que muitas vezes é difícil entender-se quais seriam os propósitos de Deus em certas circunstâncias.    A mente divina é muito elevada e tremendamente sábia, de forma a dimensionar visões que homens jamais poderiam imaginar.

Às vezes nos parece que o Criador não tem pressa em executar seus planos e estratégias, enquanto os homens se debatem aqui e ali, e erram por enxergarem apenas alguns poucos lances adiante no tempo.   Eles se debateriam menos, se pudessem obter, ainda que emprestada por um pequeno lapso de tempo, a visão divina de todas as coisas que pertinem às causas que são focalizadas.

Às vezes, no intuito de clarear situações, o Senhor fala, mas  parece que algumas palavras que Deus disse são loucura – “Impossível!” – diriam alguns, mas é com a divina sabedoria que os fatos concretizados acabarão por concordar.

Homens veem, na sua estreita visão, fatos peremptórios como se fossem eternos, mas Deus, e somente Ele, é quem tem a visão completa das coisas presentes e futuras, e pode contrariar supostas tendências e circunstâncias que aparentam ser, reduzindo-as a nada.   Ele faz transformar as situações de forma a que estas venham a convergir para aquilo que Ele falou.

Sabemos de muitas revoluções que murcharam sua força e ânimo, quando mais pareciam ter tudo a seu favor.   Não são os números e nem as estatísticas, nem as probabilidades que determinam os resultados, nem tampouco os planos humanos.

“As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.”  (I Coríntios 2:9)

Assim foi pelos idos anos 1056 A.C., quando, passados cerca de cinco anos após a morte do rei Saul, o seu primo fiel e companheiro de batalhas tomou uma decisão que custou a vida de seus companheiros, do príncipe Isbosete, um dos filhos do rei morto, e dele próprio, mesmo depois de haver-se arrependido de sua precipitação.

Após a batalha de Gilboa, na qual Saul foi vencido e no maior calor do confronto veio a suicidar-se, os benjamitas fugiram de suas cidades, deixando-as para trás, e foram para o Leste do rio Jordão, buscar a segurança que perderam diante dos filisteus.   Na pressa para fugir, um filho de Jonatan, chamado Mefibosete, caiu ao chão ainda pequeno, feriu a estrutura de seus pés e ficou coxo.

Em Maanaim tentaram reorganizar-se após contabilizarem as perdas sofridas, tanto o príncipe Isbosete como Abner, o general dos exércitos de Saul.  Abner então tecia seus planos, sem considerar quais seriam os planos de Deus, apesar de já saber que Davi era o próximo ungido por Deus que deveria subir ao trono de Israel.

Em II Samuel, capítulo 2º, lemos que houve duas tendências aparentemente incompatíveis, ou mesmo excludentes, que foram tomando força dentro do quadro político da nação israelita.

Depois de algum tempo, Davi buscou uma direção do Senhor, a fim de saber o que haveria de fazer naquele intervalo em que muitas coisas estavam indefinidas.   Ele estava vivendo em Ziclague, onde ainda pagava tributos a Áquis, rei dos filisteus de Gate, mas sabia que não poderia mais continuar ali, fingindo ter-se feito um inimigo de Israel, quando na verdade ele era, sim, um grande benfeitor junto aos seus.   Mais do que isto, Davi sabia que debaixo da égide filisteia ele não teria toda a liberdade de cultuar a Yaweh, o que amaria ter se estivesse junto ao seu próprio povo.

Davi esperou baixar a poeira levantada pela batalha de Gilboa, e sabiamente soube valorizar e elogiar o ato corajoso dos homens de Jabes-Gileade, que foram de sua cidade até os muros de Bete-Seã, sequestraram os corpos de Saul e de seus três filhos mortos heroicamente no campo de batalha, para de lá voltarem, e oferecerem um funeral digno de honra àquela família real.

A morte do rei Saul, muito embora lhe fosse um motivo de luto e de tristeza, trouxe no seu bojo um caminho mais livre para se aproximar de seu clã e de sua tribo.    Com o exuberante despojo que pôde apreender das mãos dos amalequitas, Davi cativou aos israelitas, em especial aos judeus, com ricos presentes.

A resposta diretiva de Deus àquela consulta foi para que voltasse ao território de Judá, e especificamente para a região de Hebrom, cidade ao sul daquela tribo.   Ali havia muitas pessoas que simpatizavam com o salmista de Belém.   E assim ele fez.

Ao ali chegar, houve uma certa comoção pública que fazia Davi lembrar dos tempos em que ele voltava das batalhas vitorioso, aclamado e aplaudido pela multidão.   Foi algo que nos faz lembrar da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, recepção digna de um rei.  Logo um movimento político entre os cidadãos da cidade de Hebrom começou a espalhar as notícias por toda a Judá.

Os hebronitas se alegraram e reconheceram ser chegada a hora de fazer Davi rei sobre toda a tribo a que pertenciam.   Davi era também um judeu, e tinha a unção divina sobre si para reinar sobre o povo de Deus, e portanto, naquela conjuntura, ninguém melhor do que ele para trazer um reinado repleto de vitórias ao seu povo.   O movimento cresceu rapidamente, e a esperança brilhava nos corações dos judeus.

Hebrom não era uma cidade estruturada para receber tanta gente ao mesmo tempo, e por isso as aldeias adjacentes foram aceitando-os e acomodando-os da melhor maneira que podiam.

Israel, ao norte, parecia ter ficado acéfalo até então.   Os filisteus entraram nas cidades judaicas e benjamitas que melhor lhes parecia ali se estabelecerem.   A família real de Saul ficara muito reduzida, e, em medida  emergente de precaução, se retirara para Maanaim.

Reconhecendo o talento militar e a unção divina que residiam em Davi, passado algum tempo, mas não muito, os homens de Judá foram até Hebrom decididos a fazer de Davi o seu rei.   Fizeram uma alegre e esperançosa celebração.   O profeta Gade, e o sacerdote Aitube lá estavam também, para confirmar que Deus estava naquele negócio.   Era uma luz que despontava como que saudando o alvorecer de um novo dia em Israel.

Tendo tomado conhecimento disso, Abner pareceu não concordar com aquilo, e em seu espírito de fidelidade à casa de Saul, resolveu proclamar a Isbosete como o novo rei de Israel, em Maanaim.

Abner não consultou ao Senhor antes de proceder assim.   Se sinceramente O tivesse consultado, teria recebido uma outra direção.  Esta decisão tomada, então, no final lhe custou muito caro, pois muito embora lhe parecesse o correto a ser feito, não era este o plano de Deus, e as consequências logo surgiriam.

Abner bem sabia, assim como Saul também o sabia, que Davi era ungido do Senhor.  Muito embora Davi se tivesse detido por certo tempo em terras de domínio filisteu e tendo sido tributário a estes, todos sabiam que ele o fez empurrado pelo temor da espada de Saul.  Abner acompanhou de perto as ameaças e tentativas de morte contra o filho de Jessé, e até colaborou com muitas destas, apesar de saber que o belemita jamais houvesse pecado contra Saul ou contra a casa real.

Abner viu até mesmo como foi que Davi poupou a vida de seu rei, mesmo quando este demandava insistentemente por sua captura, e foi até mesmo repreendido pelo jovem salmista, por não ter sido eficiente na função da guarda real de Saul.   Talvez este ainda teria sido mais um motivo pelo qual Abner não nutria muita simpatia por Davi.

Abner poderia, logo de início, ter consultado ao Senhor e então iria logo a Ziclague, para somar-se ao exército de Davi, ou, quando muito, ainda depois de cinco anos, ir a Hebrom, reconhecer a unção real que pousava sobre a cabeça do jovem de Belém, a quem ele conhecia muito bem…  mas não escolheu  fazer assim, até que os acontecimentos evoluíram de forma a fazê-lo voltar atrás…

Antes, porém, Abner estava movido por uma saga pelo poder.   Ele se viu como o  cabeça de uma forte tendência política em Israel, e essa sua opção não era davídica.    Com a sua experiência e influência que gozava diante de Israel, envidou esforços para cercar o fraco Isbosete de um povo e um exército de não pouca expressão, julgando estar implantando um novo reinado, o legítimo, da descendência do rei Saul.

Ao saber que Davi fora ungido rei sobre Judá, não aceitou aquilo como algo que vinha da parte do Senhor.  Coroando a Isbosete e levando todo o povo de Israel Norte para aceitar a este filho de Saul como o legítimo herdeiro do trono, na verdade já estava Abner planejando instaurar um novo reinado paralelo e concorrente com o então reino de Judá.   Além disso, Abner já estaria antevendo confrontos com a tribo do sul, que elegera a Davi como seu rei.  Pensava, decerto, que com a maioria absoluta dos soldados israelenses ao seu lado, teria todas as condições previstas como necessárias para derrotar a Davi.   Confiou nos números, e caiu, com isso, em ledo engano.

Eram já passados cinco anos ou mais da morte de Saul.  Davi já estava estabelecido em Hebrom, organizado militar e administrativamente, e tinha colocado seus primos Joabe, Abisai e Asael como seus principais chefes do exército.

Abner reuniu então um grande contingente armado para medir forças contra o exército de Davi.   Saiu de Maanaim, e veio marchando em formação de guerra para se defrontar com o exército de Judá.  Parece que aquele mesmo espírito que dominava a Saul o impelia, incomodando o coração de Abner, que então estava indo à luta com a intenção de manter o poder nas mãos da casa de Saul, tendo logrado ser o líder dos batalhões de Israel.   Saga de um militar de alto comando, cheio de ambição, mas…

Chegaram Abner e os homens de Isbosete em Gibeão e pararam defronte ao açude daquela localidade.   Do outro lado daquele mesmo açude, estavam em linha os homens de Davi, sob o comando de Joabe.

Abner e Joabe então preliminarmente entram em um acordo: decidem participar de um jogo nada mais que macabro, onde doze homens de cada parte iriam lutar entre si, agourando como seria o desenvolver da batalha que estava pronta para estourar.

Ao se defrontarem aqueles vinte e quatro soldados, acontece um fato muito estranho, mas também muito significativo:  cada qual daqueles consegue colocar uma das mãos na cabeça do seu respectivo oponente, logrando com a outra mão em feri-lo com a sua espada, de modo que todos aqueles caíram ali para morrer.   Este pareceu ser um sinal de que a aprovação de Deus não estava sobre aquela guerra, e que ambos deveriam considerar isto, e deixar de combater a seus irmãos de nação.   Isto, no entanto, não foi levado em conta.   Abner estava obstinado, e Joabe, Abisai e Asael, também.   Tudo aquilo poderia ter sido evitado, mas não escolheram um caminho melhor…

Uma batalha disputadíssima se deu ali, na qual ambos os lados lutaram com muita garra e ardor, mas os homens de Israel, por fim, foram derrotados pelos de Judá.

Abner e seus homens então decidem bater retirada, e Asael, o irmão de Joabe e Abisai, vai em perseguição direta contra o experimentado general dos israelitas do norte.

Não sabemos o que se passava pela cabeça de Asael.   Pensava ele, por certo, que vencendo ao líder dos seus adversários, estaria fazendo com que estrategicamente terminasse aquela guerra.    Com toda certeza, se ele conseguisse matar a Abner, realmente tudo mudaria no cenário político de Israel.

Possivelmente fomentado pelo ódio contra aquele que sempre perseguiu a Davi, ou, talvez, pensando em obter a glória acima dos seus irmãos, lá foi Asael, decidido a entrar em um combate frente a frente com o poderoso Abner.

Asael, de fato, era muito ligeiro, muito rápido em suas movimentações, um verdadeiro guerreiro bem sucedido em batalhas, e estava convencido de que seria capaz de dar cabo da vida do principal protagonista daquela guerra…   Ele apressou seus passos, desenvolveu um célere avanço, e logo estava à sua frente a pessoa a quem anelava por aniquilar…

Abner o reconhece vindo ao seu encalço, e logo o adverte:  – “Desvia-te de mim, para a direita ou para a esquerda…”   e justifica a sua advertência, dizendo que não desejaria criar um sentimento de vingança no coração de Joabe e Abisai, se viesse a matá-lo.   E ele estava prevendo o que estava para acontecer…

Asael, porém, não lhe dá atenção.   Estava determinado a arriscar a sua vida naquele lance.   Estava mui autoconfiante.   Ele tinha um alvo, e como sempre se houve bem ao bisar alcançar a todos os que dantes almejara, achou que daquela feita não seria diferente.  Ele não desistiria – a não ser que fosse morto…

Asael é a figura que bem representa os jovens que pensam que já conhecem tudo, e que sabem até mais do que os mais experientes.   Ele não era um inexperiente, e tinha lá o seu valor, mas subestimara a capacidade de um guerreiro mais experimentado que ele, o qual ainda guardava dentro de si alguns truques e segredos obtidos de outros longos combates corpo-a-corpo.

De repente, já não era mais possível evitar-se a morte de um dos dois, face à obstinação de Asael, e quem se saiu vitorioso naquele momento foi Abner, diz a Bíblia, usando a “ponta inferior” de sua lança – expressão que denota um golpe que veio por baixo, isto é, após um lance medindo forças dos braços por cima, a lança de Abner se vira repentinamente e fere a Asael com tal eficácia, que o transpassa pelo abdômen, e assim caiu o jovem audaz, e todo o Israel, como toda Judá notaram isto.   A destreza e agilidade de Asael não foram suficientes para safá-lo da surpresa de ver-se ferido mortalmente.   E assim ele se foi, e se desperdiçou a vida de um jovem ousado…

Joabe e Abisai se doeram disso, e continuaram a perseguir as tropas de Abner, e ao por do sol conseguiram cercar a este que se protegia por uma tropa de benjamitas  sobre o outeiro de Amá, junto ao caminho para o deserto de Gibeão.

O combate promete seguir avante no meio da noite, o que não seria bom para nenhum dos lados.  Se Joabe tencionava matar mais soldados israelitas, poderia dar-se mal, se, por outro lado, os companheiros de Abner resolvessem voltar-se e enfrentá-los.   Ao mesmo tempo, Abner, que já estava se retirando do campo de batalha, poderia perder ainda muitos dos seus pelo caminho…  Era hora de pensarem melhor em como poupar o sangue de seus irmãos…

Abner então brada a Joabe, reclamando que a perseguição não será benéfica para irmãos da mesma nação (afinal, todos eles eram filhos de Jacó).   Abner pede trégua, e Joabe então recebe a notícia como uma vitória parcial, reclamando que isto poderia ter sido bem mais suave se a “bandeira branca” de Abner fosse pedida desde bem antes do momento e do ponto a que chegaram.  Joabe então tira do seu cinto um chifre de carneiro, e dá um toque de “cessar fogo”, ao que todos os judeus o obedecem e voltam-se para reunir-se com os seus à parte.

Abner vai-se embora, andando com seu exército toda a noite, até cruzar o rio Jordão e chegar a Maanaim.   Cremos que o seu coração começou a meditar sobre aquele confronto, medindo as consequências.   Ele estava desapontado, pois além de não conseguir vencer ao exército de Davi, perdeu trezentos e sessenta homens, e já carregava em suas costas o amargor de haver matado o irmão do principal comandante das forças de Judá…   Aquilo passou a marcar o seu destino, na história de Israel.   Ele não queria aquilo, mas foi forçado a defender-se, e o inevitável aconteceu…  Em suma, aquela sua campanha foi um desastre…

E uma longa guerra se estendeu assim por cerca de dois anos a fio…

Dois anos de guerra eram decorridos, e em Maanaim um outro incidente veio ao encontro de Abner.   Em um momento de falta de vigilância moral e espiritual, o coração do grande general cedeu ao desejo que uma ex-concubina de Saul lhe provocara, e ele manteve relações íntimas com ela.  O seu nome era Rispa.   Isto caiu mal aos olhos de Isbosete, porque as concubinas de um rei morto, por costume autóctone, passavam a ser eternas viúvas, ou, opcionalmente, concubinas do rei posto no lugar do falecido, mas não deviam jamais pertencer a um terceiro.   Este fato soou como uma traição de Abner, que desonrou à família de Saul, e consequentemente também à de Isbosete, que, indignado, reclamou indignado sobre o deslize de seu general, criando um clima indesejável entre ambos.

Abner se justificou, lançando sobre Rispa a culpa daquele acontecido, mas ao mesmo tempo, aquela discussão o convence de fazer o que deveria ter feito desde o princípio, isto é, desde a morte de Saul:  de levar o seu apoio e sua influência nacional à subserviência a Davi, em Hebrom.

Quantas vezes errará o homem por não seguir a orientação de Deus?   Existiam os sacerdotes, que poderiam usar do Urim e Tumim;  existiam profetas do Senhor, para dizer que pensamentos tem Ele com respeito a cada um de Seus servos…  E tanto sangue já fora derramado até aí…

Abner se arrependeu de haver tomado um caminho não aprovado por Deus, e tentou redimir-se, e consertar o seu erro.   Apesar de tardia, sua decisão foi nobre, em que pese que certos erros nunca mais poderão ser plenamente reparados nesta vida terrena.  No caso, os seus erros puderam ser parcialmente corrigidos, mas ele nem pôde viver para usufruir das benesses decorrentes de sua trajetória corretiva.

Temos, contudo, que analisar a situação sob o prisma da vida eterna.

Se Abner vivesse nos tempos da Nova Dispensação, da Graça do Senhor Jesus, certamente que gozaria da felicidade de ver que seus pecados seriam perdoados pelo Cristo, e exaltaria o seu Deus, que pagou o preço de sangue pelos seus erros, a fim de que ele pudesse desfrutar da Vida Abundante que nos é prometida em Sua Palavra.   Ele faria coro em um jogral com o Apóstolo Paulo, que disse:

“Todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus “  (Romanos 3:23)

“Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (I Tim.1:15)

“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus” (Romanos  6:23)

Louvamos a Deus porque hoje estamos vivendo os dias da Graça do Senhor Jesus.  Que cada pecador deixe de lado as suas autojustificações, reconheça seu verdadeiro estado espiritual carente diante de Deus, converta-se dos seus maus caminhos, entregue-se Àquele que tudo fez para a nossa salvação.


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