II SAMUEL – VII – CONDUZA COM CARINHO E AMOR

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Mayo 23, 2016 by Bortolato

Tudo tem um jeito certo para se fazer, de forma a obter-se o resultado desejado.    Antes, porém, de ser feito, necessário é saber qual é o seu alvo primordial.   O que é mais importante?  É preciso pensar bem, meditar sobre isto, a fim de que encontremos o jeito mais apurado para fazermos as coisas.

Nas palavras de Jesus, encontramos um conselho muito importante acerca desta questão:  não se deve usar remendos novos para cosermos panos velhos, e nem preencher barris velhos com vinho novo.   Isso, com certeza, no final não ficará bem.

Acerca do cuidado especial para se atingir um alvo, veja-se como fazem os praticantes de tiro ao alvo, ou de arco e flecha.   Quando se pretende fazer um disparo na direção do alvo, é preciso bastante cuidado no momento em que se faz a pontaria, e se tenta alvejar a mosca.   É com muito jeito e paciência que temos que aprender as técnicas especializadas:  prender a respiração, olhar bem onde a mira está apontando, manter firme o braço e as mãos usadas, e não mover-se ao apertar o gatilho ou desprender a flecha.    Se a arma estiver bem regulada e a visão do praticante for boa, o disparo deverá lograr o êxito esperado, ou ao menos algo bem próximo disso.   Estas são apenas algumas dicas que devem ser respeitadas no ato.

Dependendo da circunstância do momento, pode-se ganhar uma medalha como prêmio pela precisão do disparo, ou colocarmos tudo a perder em um só lance.

Assim como uma mãe precisa de preparação para dar à luz uma criança em um parto normal, assim também devemos ter ciência de que há muitas coisas que precisam ser preparadas com um estudo antecipado, muito esforço e cuidado com vários detalhes, a fim de que não se percam vidas.

Quando vamos até as docas onde se acham atracados os grandes navios cargueiros, podemos observar que há guindastes poderosos trabalhando ali, os quais alçam bem alto um container pesadíssimo, repleto de mercadorias.    Existe um ritual todo especial para que tais coisas sejam tiradas da plataforma do cais e erguidos para serem embarcados nos navios, e também desembarcados destes.   Qualquer descuido ou falha pode ser fatal, e, por haver possibilidades de ocorrer um sinistro, as companhias seguradoras são muito comumente contratadas para cobrir quaisquer eventuais perdas.

Desta forma são as coisas nesta vida terrena, e assim também acontece no desenvolver da vida pessoal ao lado de Deus.

No capítulo 6º do livro de II Samuel, percebemos que Davi, estando já assentado como rei de Israel, passou a construir um palácio para si e sua família.   Isto feito, ele viu que o Senhor o tinha firmado como o rei de seu povo.

Pensando em sentir-se mais próximo do Senhor seu Deus, Davi quis que a Arca da Aliança fosse transportada da casa de Abinadabe, em Baalá de Judá (ou: Quiriate Jearim, conf. I Crônicas 13:6).

No caso desse transporte da Arca do Concerto, havia um detalhe importante que tanto o rei Davi como os sacerdotes e levitas deixaram escapar…

Davi queria a Arca perto de si, porque ela representava muitas coisas no Reino Espiritual.  Foi sobre a sua tampa toda especial que o Senhor Se manifestou para falar com Moisés.   Aquela Arca não era apenas um troféu, uma testemunha de batalhas que Israel venceu com a ajuda da mão de Deus, e nem mesmo uma simples lembrança da revelação dada a Moisés.

A Arca da Aliança foi um objeto mui especial, pois que ela trazia consigo a Presença do Deus Vivo, de modo que não deveria ser tratada de qualquer maneira, senão da forma que o próprio Senhor lhes instruiu para que usassem nessas ocasiões.

Aquela Arca devia ter sido coberta com os véus do Tabernáculo, depois com peles de carneiros, e por cima uma capa de couro de animais marinhos (ou texugos?), oportunidade em que somente os sacerdotes aarônicos deveriam cumprir este papel, a fim de que ela não pudesse ser vista por todos quantos simplesmente erguessem os olhos para a mesma…

Era um objeto de beleza deslumbrante, ostentando o brilho de ouro puro polido.  Quando o sol pousava sobre ela, o reflexo da luz solar se espalhava, hipnotizando as pessoas que a vissem – mas lembramos que somente UM sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo, uma vez por ano, e somente quando o ambiente estivesse todo impregnado da fumaça do incenso sagrado, de modo que aquela Arca mal podia ser vista por alguém.

Então, com o máximo cuidado os levitas viriam, tomariam nas mãos os varões de sustentação da mesma, ergueriam-na cuidadosa sincronizadamente até os seus ombros, todos ao mesmo tempo, para então poderem iniciar a caminhada.

Esta era a condição que Deus estabeleceu para o transporte daquela preciosíssima peça do mobiliário da Sua casa nesta Terra:  que os Seus servos mesmo, aqueles a quem Ele escolhera de geração a geração, que estivessem bem juntinho de Sua presença para caminharem juntos, e ninguém mais deveria ousar exercer essa função sem ser pelo Senhor convidado.

Não se tratava de separatismo ou de acepção de pessoas, mas sim, de uma seleção de pessoal.   Este pessoal eram aqueles que  foram excepcionalmente escolhidos e treinados para portarem-se dignamente diante da mais digna honra – a de Deus!   A Pessoa mais importante que o Universo jamais conheceu.

Se era comum que escravos carregassem nos ombros a seus senhores monarcas em liteiras reais, nada mais sensato que os levitas carregassem o Rei dos Reis, o Senhor dos senhores.   Ele, ninguém menos que Ele, Yaweh, era o verdadeiro Rei de Israel.   Davi e outros ungidos reis eram apenas Seus mandatários, que, por concessão divina e temporária poderiam também ser chamados de reis, para mantê-los como respeitados diante do povo.

Naquele dia, porém, tanto o rei Davi, como os sacerdotes deixaram escapar este detalhe tão importante para o Senhor.

Talvez eles tivessem pensado na distância a ser percorrida.  Baalá ficava perto de dezesseis quilômetros a nordeste de Jerusalém.   A Arca era relativamente pesada.  Suas dimensões eram de 1,10m de comprimento, 0,70m de largura e 0,70m de altura de madeira de acácia, toda forrada em ouro, por dentro e por fora, com beiradas, pés, varões laterais para transporte e uma tampa (o propiciatório) em puro ouro, sobre a qual ficavam fixados dois querubins de ouro.

O que fez Davi?   Ele forneceu um carro novo, movido a bois, para o transporte sagrado.

Trinta mil soldados armados foram incumbidos de prestar o serviço de guarda de honra para aquela ocasião tão especial.   Ia também todo o povo, alegrando-se e cantando ao som de diversos instrumentos musicais, a acompanhá-los.

Tudo parecia ser alegria, até que chegaram à eira de Nacom, isto é, nem foram muito longe de Baalá, e aconteceu o que não estavam esperando, mas uma consequência lógica do risco corrido, devido ao descuido de Davi e dos levitas.

Abinadabe, o levita que abrigou a Arca em sua casa por cerca de oitenta anos, tinha dois filhos: Aiô e Uzá.   Aiô ia à frente do carro de bois e Uzá seguia atrás daquele veículo.

Não demorou muito.   O percurso era corrido pouco depois que se havia iniciado, e chegaram àquela eira de Nacom…  e de repente os bois tropeçaram!    Não apenas um boi, mas mais de um deles.

O carro balançou e se inclinou.  A Arca parecia estar escorregando sobre aquela carroceria, e poderia cair ao chão.   Se ela realmente caísse, poderia ter sido descoberta aos olhos de todos, e mais que isso, poderia sofrer avarias.   Isto soaria como um mau presságio, ou melhor, todos sentiriam que aquele acidente teria sido um desastre, tanto no sentido material como no espiritual.

Como dar contas a Deus de que a sua Arca, de onde Ele se manifestava sobrenaturalmente para falar com Seu profeta e Seus sacerdotes, teria sido destroçada por causa de um pequeno item da Lei que não fora obedecido?

Foi então que Uzá, que vinha atrás do carro de bois, estendeu a sua mão para segurar e amparar a Arca, pensando em estar sendo providencial para não deixá-la cair.

Oh – oh!   Houve aí mais um problema: mais um item da Lei fora burlado: os levitas não eram pessoas autorizadas a tocar assim diretamente na Arca.   Eles poderiam, sim pegar nas extremidades dos varões de sustentação, apenas com a finalidade de carregá-la, mas não deviam estender a mão para tocar nela.   Mais um erro foi cometido naquele momento.

A intenção de Uzá fora espúria?   Ele fora presunçoso ou um arrogante?   Não vamos entrar neste mérito.   A Palavra diz apenas que foi um erro.   Poder-se-ia dizer que ele foi irreverente, mas nada mais que isto.   Ele quis salvar a Arca, mas não o fez de modo a agradar a Deus.   O Senhor não aceitou aquela “ajuda”.  Na verdade, o Senhor  não estava aprovando aquele meio usado para transportar aquele objeto sagrado sobre o qual repousava o Seu Espírito, e o ato de Uzá foi a segunda conta a ser cobrada daquele trajeto.

Não se pode perceber por que meios veio, mas algo muito forte, poderoso e rápido como um potente raio, foi desferido sobre Uzá, como se uma grande espada divina abrisse uma fenda no seu corpo mortal, matando-o instantaneamente.

Todos estavam com as atenções fixadas sobre a Arca, e, portanto, todos os mais próximos dela viram aquilo, e se espantaram.   Foi uma tragédia que calou ao povo.   Cessaram as harpas, os instrumentos de sopro e os de percussão.   Um grave silêncio pairou ali, de repente.   O sangue de Uzá vertia de seu corpo caído, manchando sua túnica e o chão.   Muitos exclamaram em um coro unísono: – “Oh!”

Que infelicidade, a de Uzá!   Ele tocou na Arca de Deus, sem ter sido autorizado! Cometeu uma transgressão à Lei.   Tocar daquela forma na Arca Santíssima era algo como tocar em Deus de uma maneira que Ele não gostou.   Não se toca assim em Yaweh.   Era o tipo de um desrespeito, como uma ofensa, como um golpe de irreverência, que recebeu o troco no ato.

Acabou então a alegria daquele evento.   Havia um homem morto, como saldo da desobediência à Lei divina.   Assim são as coisas na lei da semeadura e da colheita.   O que é semeado se colhe, seja boa ou má a semente plantada.

Homens logo se dispõem, solícitos, a tomar aquele corpo inerte, para levá-lo de volta a Baalá de Judá, onde deveria ser enterrado.   Abinadabe e Aiô ficaram desolados.

Davi só lamentou, e um grande temor, uma reverência enorme se fez presente naquele momento, contagiando a todos.    Pensativos, eles receavam o que poderia vir a seguir.  Como, pois, deixar de ser atingido pela ira de Deus?

Davi se sentiu muito pequeno, humilhado por ter sido incapaz de trazer a alegria do Senhor para Jerusalém, a sede do seu governo.

A cidade de Jerusalém estava, sim, dentro dos planos de Deus, mas Davi ainda restava confuso, não sabia o que pensar daquele incidente constrangedor.   Pareceu-lhe que o Senhor não Se agradava do seu intento.   Pasmado pela surpresa tão desagradável, ele resolve parar aquela operação de transporte por ali mesmo.

A Arca, porém, não poderia ficar no caminho, naquela estrada –  teria que ser abrigada de sol, chuva, ventos e outros fenômenos da Natureza.   Teria que ser guardada por pessoas idôneas, que se comprometessem em dar o máximo empenho no sentido de protegê-la de roubos, depredação ou de quaisquer inconveniências do gênero.

Quem poderia fazer essa guarda?   Buscou-se saber quem, ali por perto, estaria apto a cooperar neste sentido.   Davi foi informado de que um outro levita, Obede Edom (I Crônicas 15:16, 21), estaria disposto a alegremente dar s sua casa para nela entrar a Arca do grandioso Deus de Abraão, o Senhor Yaweh.   Para lá foi e ali ficou a Arca do Concerto por três meses.

Obede Edom tinha visto o que ocorreu na eira de Nacom, e sabia que tinha que ser muito cuidadoso ao lidar com aquele objeto tão importante, da parte de Deus, mas o recebeu com alegria, sentindo-se muito honrado em ter sido escolhido para uma incumbência tão nobre, e especial, e vindo da parte do rei, e do Senhor.

E o Senhor agradou-Se de Obede Edom.   Em toda a sua casa, coisas benfazejas começaram a acontecer com sua família, consigo mesmo, com seus bens, seus trabalhos e projetos, enfim fazendo produzir uma grande melhora na vida daquele homem e dos que o cercavam, ao ponto dele bendizer o momento em que Lhe fora dada a oportunidade de colaborar com a Arca da Presença do Deus de Israel.

Davi, então, que ainda estava sentindo-se constrangido e intimidado ao ponto de sequer tomar qualquer iniciativa de trazer aquela terrível Arca para junto de si em Jerusalém, recebeu a notícia que vinha da casa de Obede Edom.   Aquilo foi um alívio, um incentivo e uma nova  esperança que renasceu em seu coração.  Se Deus Se agrada de alguns que O reverenciam e O recebem com alegria em seu convívio, então Ele poderia também alegrar-Se perto de Davi, na sua feliz Jerusalém – e pode alegrar-se entrando na casa de quem O receber de coração aberto.

Durante aqueles três meses, o rei Davi veio a meditar sobre a morte de Uzá, e em como aquilo poderia ter sido evitado.  Do que foi que Deus Se desagradou?   Esta é uma pergunta que todos precisam fazer quando coisas dão errado.  O que foi feito de forma errada, e se estivermos em tempo de corrigi-lo, como fazê-lo?

Davi pensou no carro de bois.  O Senhor não queria animais a transpor a Sua Arca.  A Lei era clara neste aspecto.   E um outro detalhe:  o pecado de Uzá poderia ser perdoado, mas não com um simples pedido de desculpas lastreado na melhor das intenções.   A única forma de Deus aceitar pecadores é através do sangue – e do sangue do Seu Filho Jesus, que veio a ser derramado cerca de mil anos depois da morte de Uzá.    O sangue de Jesus era representado pelo sangue de animais previstos na Lei de Moisés, coisa que faltou quando Aiô e Uzá conduziam aquele carro de bois.

Logo, Davi concluiu que a Arca de Deus poderia vir, sim, da casa de Obede Edom a Jerusalém, se tudo fosse feito de forma a agradar ao Senhor, e agora ele já sabia como fazê-lo, diferentemente da primeira tentativa.

Foi então Davi a percorrer alegre aqueles quilômetros restantes, porque agora ele estava certo de estar agradando plenamente ao Senhor.   A cada seis passos que davam os levitas, eram seis passos que a Arca do Senhor estava se aproximando da cidade de Davi, e então eram sacrificados bois e carneiros cevados – e o sangue daqueles animais…

O sangue daqueles animais era muito significativo.   Aqueles animais mortos tinham sangue da mesma cor do sangue de Alguém muito especial, especialíssimo.   Aquele sangue animal levava a lembrança de Deus a viajar além do tempo, e fazia com que o Senhor, em sua onisciência,  transportasse o Seu olhar para o futuro, lá para Jerusalém mesmo, quando o sangue de Seu Filho amado era vertido, e a Sua indignação para com o pecado foi aplacada, aceitando aquela verdadeira, única e perfeita oferta sacrificial de amor – da vida de Jesus, em prol de cada um de nós, pecadores.   A misericórdia de Deus se fez manifestar ali, por causa daquele santo sangue derramado na cruz.   Por causa de Jesus, não haveria mais outro Uzá para morrer no caminho a Jerusalém.   Misericórdia e justiça se uniram ali, nos trazendo a paz, e trouxe a paz para Davi e todos os que queriam ver a Arca em Jerusalém.  Deus estava então aceitando aquele novo mover para Jerusalém.

A alegria de Davi era tanta, que ele foi dançando e pulando por todo o caminho, empenhando para isto todas as forças de seu ser, só para louvar ao Deus de sua vida.

Chegando a Jerusalém, introduziram a Arca do Senhor em uma tenda, a qual Davi havia armado, continuando a oferecerem sacrifícios de holocaustos e outras ofertas.

Foi um momento palpitante, de muito louvor.   Bolos, pães e um bom pedaço de carne foram distribuídos ao povo, que comemorou com alegria tal, porque o rei os havia contaminado com a mesma.   Felizes, os cidadãos retornaram então cada qual para sua casa.

Ao chegar, porém, para abençoar a sua própria casa, o rei Davi se depara com Mical, que lhe veio ao seu encontro para repreendê-lo asperamente por seu comportamento exultante, que saltara e dançara de prazer diante do Senhor, vestido de uma túnica sacerdotal, expondo-se em uma alegria até um tanto descuidada, desprendida, sem preocupar-se com etiquetas reais ou protocolos.

Davi então coloca-se muito bem na posição de adorador e servo do Senhor, que o fez rei no lugar de Saul; adorador de Deus, a Quem ele devia sua vida, suas vitórias, seus sucessos, todo o reino e em especial, aquele momento em que toda a glória foi dada ao verdadeiro Rei de Israel – o magnífico El Shadday, o Senhor Yaweh.

Mical mostrou-se amarga, diferente daquela que um dia fora o primeiro amor de Davi.   Sua amargura se deveu a diversas causas.   Davi não era mais exclusivamente o seu marido – ela teve que dividi-lo com pelo menos mais seis mulheres, e também com o reino, pois a coroa real também lhe tomava muito tempo.   Ela foi obrigada a deixar seu marido anterior, Palti, que a estava amando profundamente.   E o fato dela ter sido uma nobre princesa real, cheia de expectativas agradáveis pela vida, bem antes de Davi alcançar a realeza, isto também faziam-na sentir-se impulsionara a desagradar-se de sua nova condição, e com facilidades de externar todo seu desprazer.   Desafortunadamente ela se tornara uma pessoa infeliz.

Quanto ao seu novo tipo de relacionamento com Davi, realmente temos a dizer que este rei não foi um bom chefe de família.    Nem todos de sua casa foram espiritualmente preparados para aceitar com humildade a posição que cabia a cada um no reino.   Os dias à frente o demonstraram assim, mas o prazer em ser um fiel súdito do Rei dos Reis era sempre o seu ponto forte.

A repreensão de Mical a Davi realmente foi impiedosa, injusta e intempestiva – não porque este rei era perfeito, mas pelo fato que jamais se deve reprimir uma manifestação efusiva de alegria que o Senhor nos dá.  Jamais em nós mesmos, tanto quanto em outras pessoas, principalmente quando essa alegria nos é dada para louvá-Lo.    Jamais se deve destruir aquilo que Deus plantou com amor nos corações dos seus adoradores.

Fomos criados para o louvor da glória de Deus, e portanto excelente coisa é cumprir fiel e expansivamente esta finalidade.

Tudo quanto tem fôlego, louve ao Senhor!

 


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